Em setembro de 2000, 189 nações firmaram um compromisso para combater a extrema pobreza e outros males da sociedade. Esta promessa acabou se concretizando nos 8 Objetivos de Desenvolvimento do Milênio (ODM) que deverão ser alcançados até 2015. Em setembro de 2010, o mundo renovou o compromisso para acelerar o progresso em direção ao cumprimento desses objetivos.
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sexta-feira, 6 de setembro de 2013
segunda-feira, 24 de junho de 2013
INFOGRÁFICO: Na África quem está vencendo a corrida para atingir os Objetivos de Desenvolvimento do Milênio?
Nosso relatório DATA 2013 foi publicado – confira nosso infográfico para os principais resultados ou, se você quiser os detalhes, leia o relatório completo.
Como o investimento nacional em saúde, educação e agricultura está ligado ao progresso.
Com menos de 1000 dias até a data limite dos Objetivos de Desenvolvimento do Milênio para combater a pobreza mundial, como os países da África Subsaariana estão fazendo?
Com menos de 1000 dias até a data limite dos Objetivos de Desenvolvimento do Milênio para combater a pobreza mundial, como os países da África Subsaariana estão fazendo?
O relatório ONE DATA 2013 revela que, em média, países que investiram mais de seus orçamentos nacionais em saúde, agricultura e educação, também estão a caminho de atingir mais de suas metas de desenvolvimento do milênio.
1. Pontuação do progresso dos Objetivos de Desenvolvimento do Milênio.
2. Média % do gasto do orçamento nacional em saúde, educação e agricultura de 2000-2010.
OS PIONEIROS
BURKINA FASO
A pobreza extrema caiu de 71% em 1994 para 45% em 2009.
A porcentagem de alunos do sexo feminino aumentou de 39% em 1994 para 47% em 2011.
A prevalência do HIV caiu de 3,7% em 1990 para 1,1% em 2011.
O acesso à água potável aumentou de 43% em 1990 para 79% em 2010.
ETIÓPIA
A pobreza extrema caiu de 61% em 1995 para 31% em 2011.
Taxas de fome caíram de 68% em 1991 para 40% em 2011.
A mortalidade infantil era de 19.8% em 1990 para 7.7% em 2011.
A mortalidade materna era de 950 a cada 100.000 nascimentos em 1990 para 350 por 100.000 nascimentos em 2010.
GANA
A pobreza extrema caiu de 51% em 1992 para 29% em 2006.
Taxas de fome caíram de 41% em 1991 para 5% em 2011.
Crianças que completam o ensino primário subiram de 65% em 1991 para 99% em 2012.
Acesso à água potável subiu de 53% em 1990 para 86% em 2010.
Para obter mais dados e ver como o investimento de doadores está afetando o progresso, baixe o relatório completo em:
Por Helen Hector
Versão em Português: Mônica Brito
Versão em Português: Mônica Brito
segunda-feira, 3 de junho de 2013
O mundo está esquecendo o saneamento?
A assistente de pesquisa de Saúde da ONE, Anupama Dathan verifica as últimas descobertas da UNICEF e da Organização Mundial da Saúde.
Como parte dos Objetivos de Desenvolvimento do Milênio, o mundo tem o objetivo de reduzir pela metade, até 2015, a população sem acesso a água potável e ao saneamento básico.
A boa notícia é que atingimos a meta de água potável em 2010. Mas, com menos de mil dias até a data limite, o relatório alerta à comunidade global que não está no caminho certo para atingir a meta de saneamento para mais de meio bilhão de pessoas. Ele projeta que, ao todo, 2,4 bilhões de pessoas – um terço da população do mundo – vai ficar sem acesso ao saneamento básico em 2015.
O que esse número significa? Bem, é mais que o dobro da população da África, quase três vezes maior que a da Europa, e cerca de metade da Ásia. Em suma, são muitas pessoas sem acesso a medidas de saneamento básico, como banheiros e um modo de lavar as mãos com sabão e água limpa.
Quando falamos de saúde, falamos muito sobre a transmissão do HIV e da prevalência da malária, mas é importante ter em mente o papel do saneamento básico. Diarreia, a terceira maior causa de morte de crianças em países em desenvolvimento (responsável por 11% de todas as mortes na infância), é geralmente causada pela falta de saneamento.
Outras grandes doenças entre adultos e crianças, como a cólera, esquistossomose e tracoma, também são comuns graças à falta de saneamento. É por isso que o relatório da OMS e da UNICEF está convidando a comunidade global para se unir e continuar trabalhando para melhorar o saneamento, mesmo após o prazo dos Objetivos de Desenvolvimento do Milênio de 2015 acabar.
Faça mais. Doe sua conta no Twitter e Facebook ao Water.org e deixe-os compartilharem, em suas redes sociais, fatos e estatísticas sobre a crise mundial da água.
Pela Convidada Blogger: Anupama Dathan
Versão em Português: Mônica Brito
domingo, 12 de maio de 2013
Por que me sinto com mais sorte ainda neste Dia das Mães?
Uma
reflexão pessoal para o novo relatório do Salve as Crianças (Save the Children), “Situação das Mães do Mundo.”
Por Katri Kemppainen-Bertram
Versão em Português: Mônica Brito
No domingo, 12 de maio, vários países do mundo irão celebrar o Dia das
Mães. É um dia no qual a maioria de nós associa com flores, cartões, caixas de
chocolate ou, talvez, tarde-da-noite-em-cima-da-hora-eu-ainda-lembrei-de-ligar.
Muitos de nós – e eu me incluo como uma mãe de sorte de três pequenas crianças
– também associamos com cartões em forma de coração com caligrafia
trêmula afirmando “Mamãe Eu Te Amo”.
Como um novo estudo realizado pela “Save the Children” mostra, tive a sorte de dar à luz aos meus
filhos onde eu quis. Finlândia (de onde eu
venho) e Alemanha (onde os meus filhos nasceram) são classificados, respectivamente, na primeira e nona colocação dos melhores países do mundo para o
bem estar de mães e recém-nascidos.
Deslize para baixo a lista
de classificação 169 (Nigéria), 173 (Mali) ou o último em 176 (DR Congo) e as
coisas parecem muito diferentes. Estes números não são sobre o bem estar – são
sobre a sobrevivência. Taxas de mortalidade infantil ainda são quase seis vezes
maiores na África que na Europa, de acordo com a Organização Mundial de Saúde -
OMS (WHO). As taxas de mortalidade materna na África Subsaariana são as mais
altas do mundo, com a hemorragia durante o parto sendo a principal causa de
morte, de acordo com a UNICEF.
Três
milhões de recém-nascidos morrem no primeiro mês de vida. Cerca de 2,25 milhões
dessas mortes poderiam ser evitadas com cuidados básicos, de baixo custo.
Vacinas e suplementos vitamínicos salvam vidas de ambos: bebês e mães.
Mosquiteiros em regiões atingidas pela malária são eficazes, em especial para
mulheres grávidas e crianças pequenas. Acesso a uma parteira pode evitar mortes
desnecessárias e complicações durante a gravidez, o nascimento e nas primeiras
semanas de vida do bebê.
Ao apoiar as campanhas da
ONE, você garante que organizações eficazes possam continuar a evitar
a morte e o sofrimento desnecessário.
Quer fazer mais? Aqui
estão 15 ações de ONGs que você pode apoiar em favor de mulheres em todo o mundo neste Dia das Mães.
segunda-feira, 5 de novembro de 2012
Agricultura
O Desafio
A Assistência ao Desenvolvimento para a agricultura tem diminuído ao
longo das últimas duas décadas, deixando muitos países pobres mais vulneráveis
à fome e à pobreza. Na África Subsaariana especialmente, a agricultura tem
sido marcada por baixa produtividade e baixo investimento, o que torna difícil
para os africanos alimentar-se e ganhar renda com agricultura. O aumento dos
preços dos alimentos em 2008 comprometeu ainda mais pessoas em nações pobres
pois os preços dos alimentos importados como arroz, trigo, milho atingiram o
pico. Isso, combinado com a crise financeira mundial, resultou em um impacto econômico
devastador em famílias pobres, que frequentemente gastam pelo menos metade de
sua renda em
alimentos. Estima-se que em 2009 o número de pessoas famintas
no mundo ultrapassou 1 bilhão. Apesar deste número ter decrescido ligeiramente
(925 milhões em 2010), está prestes a subir novamente pois os preços mundiais
dos alimentos estão 50% mais altos do que há seis meses, um aumento que pode
durar anos segundo previsões de analistas e poderia conduzir milhões a pobreza
e fome .
A oportunidade
Investimento em agricultura pode ser transformador,
especialmente para os camponeses na África Subsaariana, onde o setor emprega
cerca de dois terços da população e é responsável em média por um terço do PIB.
As mulheres produzem de 60 a
80% dos alimentos na África subsaariana, e o Banco Mundial estima que o
crescimento no setor agrícola é duas vezes mais eficaz na redução da pobreza, que
o crescimento em outros setores. Este investimento vai ajudar as pessoas mais
pobres do mundo a escapar da pobreza. Além de acelerar o crescimento econômico,
o investimento na agricultura também permitirá que os países mais pobres do
mundo alimentem melhor seu povo e resistam a choques futuros decorrentes de
alterações nos preços globais de alimentos, mudanças de padrões climáticos e
crises financeiras.
O acesso a ferramentas, fertilizantes, sementes e
informações são urgentemente necessários para ajudar as comunidades a evitarem
outra crise de alimentos. Redes de Segurança Social do tipo Programa Frente de
Trabalho também são necessários para garantir que as famílias mais vulneráveis
não empobreçam ainda mais. A longo prazo, a segurança alimentar e o crescimento
e econômico exigirão investimentos significativos em agricultura e
desenvolvimento rural. Com infraestrutura, melhorias na tecnologia e
treinamento e acesso a serviços financeiros, os agricultores poderão beneficiar-se
com aumento das colheitas e conexões mais fortes com os mercados domésticos,
regionais e internacionais.
Versão em Português: Li Lima
domingo, 13 de maio de 2012
Saúde Infantil e Materna
O Desafio
Todos os anos, cerca de 358.000 mulheres morrem de causas relacionadas a gravidez e 7,6 milhões de crianças morrem antes de seu quinto aniversário. A maior parte das mortes maternas e infantis ocorrem nos países mais pobres do mundo. Doenças como pneumonia, diarreia, malária e sarampo, que já não são fatais em países ricos, ainda são a principal causa de morte de crianças mundo afora. Mulheres na África subsaariana têm uma em 31 chances de morrer durante o parto, em comparação com apenas uma em 4.300 para as mulheres em regiões desenvolvidas. Sistemas de saúde fracos são uma das maiores razões por trás dessa enorme diferença. Falta de profissionais de saúde, clínicas e equipamentos significa que muitas mulheres e crianças não têm acesso a serviços básicos de saúde, incluindo vacinas e pré-natal.
A Oportunidade
Milhões de vidas poderiam ser salvas se tecnologias conhecidas estivessem disponíveis para mães e crianças nas nações mais pobres do mundo. Se as mulheres tivessem acesso aos serviços básicos de saúde materna, 80% das mortes poderiam ser evitadas. Muitas das soluções são extremamente acessíveis, especialmente para crianças. Vacinas infantis são um dos meios mais baratos de salvar vidas e prevenir doenças, e pode evitar mais de 2,5 milhões de mortes a cada ano.
Investir na saúde de mães e crianças poderia ter um impacto duradouro nos países mais pobres do mundo. Crianças que perdem suas mães são cinco vezes mais suscetíveis a morrer na infância do que as outras. Crianças saudáveis, entretanto, são mais propensas a frequentar a escola e aprendem mais, o que irá ajudá-las crescer e tornarem-se adultos produtivos.
Investir na saúde de mães e crianças poderia ter um impacto duradouro nos países mais pobres do mundo. Crianças que perdem suas mães são cinco vezes mais suscetíveis a morrer na infância do que as outras. Crianças saudáveis, entretanto, são mais propensas a frequentar a escola e aprendem mais, o que irá ajudá-las crescer e tornarem-se adultos produtivos.
Versão em Português: Li Lima
sexta-feira, 10 de fevereiro de 2012
Assistência ao Desenvolvimento
O Desafio
No ano de 2000, líderes mundiais assinaram os Objetivos de Desenvolvimento do Milênio (link em inglês: http://www.un.org/millenniumgoals/), 8 metas para reduzir a pobreza extrema e doenças até 2015. O cumprimento desses ambiciosos objetivos pode transformar as vidas de milhões das pessoas mais pobres do mundo, mas exigirá maiores investimentos, que estão fora do alcance dos países em desenvolvimento. Na assinatura das 8 metas e comprometimento da construção de uma parceria global para o desenvolvimento, os países mais ricos reconheceram a Assistência ao Desenvolvimento como necessária para apoiar os investimentos feitos pelos próprios países pobres para atingir esses objetivos.
Países Desenvolvidos assumiram compromissos ambiciosos para incrementar a Assistência ao Desenvolvimento nos últimos anos. Enquanto alguns países aumentaram substancialmente o financiamento, muitas promessas ainda devem ser cumpridas. O cumprimento dessas metas tornou-se ainda mais importante enquanto os países pobres lutam para lidar com os efeitos da crise financeira global e o crescente custo dos alimentos.
A Oportunidade
Desde que os Objetivos de Desenvolvimento do Milênio (MDGs) foram assinados, novos investimentos na luta contra a pobreza produziram resultados reais e melhoraram as vidas de milhões de pessoas. Os números falam por si:
Mais de 4 milhões de Africanos atualmente recebem tratamento contra HIV/AIDS (eram 50.000 em 2002), 190 milhões de mosqueteiros para proteger famílias contra a malária foram entregues somente pelo Fundo Global (link em inglês: http://www.theglobalfund.org/). Progressos também foram alcançados no envio de crianças à escola. 46.5 milhões de crianças Africanas foram à escola pela primeira vez entre 1999 e 2008, parte graças a economia gerada pelo perdão de Dívidas Externas e Assistência ao Desenvolvimento para a Educação.
Esses resultados são evidência de que a Assistência ao Desenvolvimento pode ter impactos transformadores nos países mais pobres, especialmente quando combinada a lideranças comprometidas e transparentes e políticas voltadas para o crescimento econômico.
Versão em Português: LiLima
sexta-feira, 20 de janeiro de 2012
Cancelamento de Dívida Externa
Países em desenvolvimento passaram anos pagando bilhões de dólares em empréstimos, muitos dos quais foram acumulados sob regimes corruptos durante a Guerra Fria e tiveram juros cobrados. Estas dívidas minaram a habilidade de muitos países em investir em seu povo e ter progresso na luta contra a pobreza, muitos deles acabaram gastando mais a cada ano pagando dívidas antigas do que gastaram em Saúde e Educação combinados. Países ricos e instituições financeiras agiram para perdoar as dívidas externas em muitas das nações mais pobres, mas há ainda muito a fazer para assegurar que esses benefícios sejam completamente implementados, que outros países pobres sejam qualificados e que os já beneficiados não corram o risco de novas crises com dívidas.
A Oportunidade
Desde 1996, países ricos deram passos para perdoar os débitos dos países mais pobres. No total, quase 110 bilhões de dólares em dívidas foram cancelados, dos quais 93 bilhões na África Subsaariana. Estes cancelamentos ajudaram a liberar escassos recursos para governos pobres investirem em seu povo. Muitos governos Africanos usaram suas economias para eliminar custos da escola primária, que ajudaram a abrir portas das escolas para milhões das crianças mais pobres. Outros países investiram suas economias na melhoria dos serviços de saúde. Moçambique por exemplo, utilizou suas economias para vacinar crianças contra tétano, coqueluche e difteria, enquanto Camarões utilizou para lançar um plano nacional de educação no combate a AIDS/HIV, teste e prevenção.
Para replicar esses sucessos e protegê-los , países ricos precisam cumprir totalmente seus compromissos financeiros, cancelar dívidas, estender esse benefício a outros que precisam e tomar medidas imediatas para evitar que essas nações acumulem novos débitos.
Versão em português: LiLima
quinta-feira, 1 de dezembro de 2011
HIV/AIDS e outras doenças contagiosas
O Desafio
Apesar do HIV/AIDS, tuberculose (TB) e malária serem três doenças tratáveis e preveníveis, elas tem um impacto devastador nos países mais pobres. A África Subsaariana conta com 90% das mortes por malária, dois terços de todas as pessoas vivendo com HIV e aproximadamente um terço de todos os casos de TB. O impacto humano dessas três doenças é inegável, mas seus impactos econômico e social são também graves e mensuráveis. Na África Subsaariana especialmente, a AIDS ameaça varrer uma geração inteira durante seus anos mais produtivos. Comércios estão perdendo seus trabalhadores, governos seus funcionários públicos e famílias perdendo não apenas seus entes queridos, mas também seus provedores.
A oportunidade
As ferramentas para prevenir e tratar HIV/AIDS, TB e malária são acessíveis, eficientes e já salvam milhões de vidas a cada ano. Por exemplo, graças ao sucesso nos esforços para baixar os preços dos medicamentos e o estabelecimento de programas como o Fundo Global ( link em inglês http://www.theglobalfund.org/en/) e o PEPFAR (link em inglês http://www.pepfar.gov/ ), um diagnóstico de HIV não é mais uma sentença de morte nos países mais pobres. Em 2009, aproximadamente 4 milhões de Africanos receberam medicação Anti-HIV/AIDS, enquanto em 2002 foram apenas 50.000 pessoas. Em apenas um ano a UNAIDS (link em inglês http://www.unaids.org/en/ ) estima que esse número cresceu 31%. O tratamento para Tuberculose também tornou-se mais acessível- 36 milhões de casos de TB foram tratados entre 1995 e 2008.
Progressos também foram alcançados na prevenção da disseminação dessas três doenças. Só o Fundo Global distribuiu 190 milhões de mosqueteiros para proteger famílias da malária e 1 milhão de mulheres grávidas com HIV receberam medicação para evitar a contaminação de seus bebês (em 2004 foram apenas 150.000 mulheres).
Versão em Português: Li Lima
Versão em Português: Li Lima
quarta-feira, 9 de novembro de 2011
Comércio e Investimento
O Desafio
O comércio é um componente essencial para o crescimento econômico e fornece uma oportunidade para países da África, comunidades e produtores ganhar a vida. Após anos de crescimento impressionante, a África sofreu uma desaceleração com o evento da crise financeira, os efeitos foram agravados pelas anteriores crises de combustíveis e alimentos. Os países africanos não apenas estão lutando para construir seus próprios mercados e reduzir a pobreza através do comércio, eles terão um período ainda mais difícil com a queda nos investimentos, falta de demanda por produtos Africanos, pagamento de dívidas externas, e vai se recuperar mais lentamente que a economias desenvolvidas ou emergentes.
Por décadas, a África Subsaariana tem lutado para obter lucro no comércio global. Apesar de algum progresso nos anos recentes, a crise financeira global ameaça diminuir esses ganhos. África Subsaariana enfrenta o maior desafio do mundo para acessar os mercados locais, regionais e global. A região também enfrenta significantes desafios na oferta de produtos que precisam ser abordados para que políticas sejam implementadas, os Africanos podem produzir produtos competitivos e transportá-los aos mercados.
A oportunidade
O crescimento econômico, guiado pelo comércio e investimento, é o motor principal que irá acabar com a pobreza na África Subsaariana. Abordar os desequilíbrios adjacentes no comércio mundial e investir em desenvolvimento de longo prazo no setor de comércio é mais crucial que nunca para a África recuperar-se da crise financeira global, cumprir os Objetivos de Desenvolvimento do Milênio (Link em Inglês: http://www.un.org/millenniumgoals/ ) e construir resistência para futuros choques econômicos.
Mesmo se a África adquirir somente uma pequena porcentagem do comércio mundial, fará uma grande diferença: em 2008, 1% do comércio mundial equivalia a 195 bilhões de dólares, mais de 5 vezes o valor que a África Subsaariana recebeu em assistência ao desenvolvimento naquele ano. A habilidade de exportar produtos para os mercados regionais e internacionais pode ser a fonte vital de lucros para muitos daqueles países . Países desenvolvidos podem fornecer o investimento necessário em infraestrutura e capacitação. Finalmente, aumentar o comércio e investimentos entre os países africanos pode trazer reais benefícios no aumento da oferta de empregos e maiores salários.
Versão em Português: Li Lima
quinta-feira, 3 de novembro de 2011
Água e Saneamento
O Desafio
Água suja e falta de saneamento básico minam os esforços para acabar com a Pobreza Extrema e doenças nos países mais pobres do mundo. 4.100 crianças morrem diariamente de diarréia severa, que é causada por falta de saneamento e higiene. Mulheres e meninas em países em desenvolvimento passam a maior parte do dia coletando água para suas famílias, caminhando 5.6 Km em média para isso. Meninas frequentemente abandonam a escola primária por não ter banheiros separados e fácil acesso a água limpa.
A oportunidade
O acesso a água potável e instalações sanitárias podem transformar a vida de milhões de pessoas nos países mais pobres do mundo. Acesso universal a água e saneamento podem evitar a morte de milhares de crianças e liberar horas diariamente para mulheres e crianças ir trabalhar ou ir a escola. Isto é especialmente verdade para meninas – estudos mostram que 12% das meninas estão mais propensas a ir a escola se o acesso a água estiver disponível à 15 minutos do que a 1 hora de caminhada.
Investir em água e saneamento é também economicamente inteligente. Cada 1 dólar gasto em água e saneamento gera o equivalente a 8 dólares em tempo economizado, aumenta a produtividade e reduz os custos com Saúde. O cumprimento das metas de Água e Saneamento previstos no “Objetivo de Desenvolvimento do Milênio” (link em Inglês: Millennium Development Goals ) pode economizar 22 bilhões de dólares por ano nos países da África Subsaariana.
Versão em Português: Li Lima
segunda-feira, 17 de outubro de 2011
Educação
O desafio
A falta de acesso a educação de qualidade está impedindo que milhões de pessoas saiam do ciclo de Pobreza Extrema ao redor do mundo. A maioria das 67.5 milhões de crianças ainda fora da escola estão, entre as mais pobres e difíceis de alcançar. Mais da metade delas são meninas, e a maioria vive em países em conflito e em áreas rurais. Muitas das crianças matriculadas na escola, não se graduam nem com conhecimentos básicos de leitura e matemática, porque frequentemente suas escolas não tem professores suficientes, livros ou instalações adequadas para proporcionar educação de qualidade. Enquanto muitos países abriram recentemente as portas das escolas para milhões ao eliminar custos educacionais, outros custos como uniformes e testes de admissão ainda impedem crianças de se matricular e muitas famílias pobres precisam de suas crianças (especialmente as meninas) em casa para ajudar nas tarefas incluindo o trabalho na agricultura ou coleta de água.
A oportunidade
A Educação não apenas fornece às crianças e famílias a trilha para sair da pobreza, mas também pode render maiores retornos para países pobres do mundo através de seu impacto em áreas como Saúde e Economia. Mães escolarizadas, por exemplo, são mais propensas a ter famílias menores, ter seus filhos vacinados e mandá-los à escola. A Educação também pode fornecer para famílias e países mais oportunidades econômicas e ajuda a promover a participação popular que é crucial para edificar democracias.
Muitos governos deram o primeiro passo para o melhor aproveitamento do potencial da educação investindo mais recursos no setor. Os países da África Subsaariana, por exemplo, enviaram 46.5 milhões de crianças para a escola pela primeira vez entre 1999 e 2008 depois que muitos governos usaram alguns dos bilhões de dólares liberados pelo cancelamento de suas dívidas externas pra ajudar a eliminar os custos educacionais.
Versão em Português: Li Lima
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