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sexta-feira, 17 de julho de 2015

APOIE MENINAS E MULHERES EM TODOS OS LUGARES


A pobreza é sexista, e não vamos vencê-la a menos que os líderes mundiais ajam agora para ajudar que garotas e mulheres atinjam seu pleno potencial. Não importa como você analise a questão - socialmente, economicamente, legalmente - meninas e mulheres nos países mais pobres têm um tratamento injusto.

É hora de agir.
Pela garota a quem foi negada educação ou foi forçada a casar-se.
Pela mãe que corre o risco de morrer ao dar à luz.
Pela agricultora impossibilitada de ser dona da terra em que trabalha.

Em todo o mundo, meninas e mulheres estão mostrando sua força e reagindo. Elas têm conseguido coisas extraordinárias, apesar das barreiras que enfrentam. Mas sua voz pode ajudar a transformar vitórias pessoais em globais.


Prezados Líderes Mundiais,

Este ano podemos nos comprometer em acabar com a pobreza extrema - mas somente alcançaremos isso se liberarmos o pleno potencial de milhões de meninas e mulheres.

Estou contando com Você para tomar atitudes que levem à real mudança - priorizando os países e pessoas que mais precisam.


Via:ONE
Versão em Português: Li Lima

sexta-feira, 1 de novembro de 2013

Prova de que a Ajuda Alimentar dos Estados Unidos funciona...em 15 fotos

Como uma criança faminta no Quênia tornou-se um campeão Olímpico... e então usou sua voz para retribuir para sua comunidade.

1. Este é Paul Tergat.
Photo credit: Iaaf.org

2. Ele nasceu numa vila rural no vale do Quênia em 1969 e tem 17 irmãos.
Photo credit: Kiva

3. Ele se recorda de passar dias sem uma refeição decente.
Photo credit: fittothefinish.com
4. E de como acordar faminto fazia seu caminho de 3 milhas para a escola muito mais difícil.
Photo credit: Wikimedia Commons

5. Sua família passou sem o básico necessário, o que dificultava a concentração nos estudos.
Photo credit: ONE

6. Quando Paul tinha 8 anos, o World Food Programme (Programa Mundial de Alimentos) passou a fornecer almoço em sua escola diariamente.
Photo credit: Tamani Africa

7. E ele atribui seu sucesso na escola por ter essas refeições diárias pela primeira vez.
Photo credit: ONE

8. Assim como a obter energia para correr aquelas 3 milhas na ida e volta da escola, ao invés de andar.
Photo credit: Mira Terra Images

9. Depois do colégio, Paul entrou para a Força Aérea Queniana onde ele continuou a correr.
Photo credit: The United Nations

10. E rapidamente ele descobriu que tinha a habilidade para correr longas distâncias.
Photo credit: Running Scientist

11. Em 1996, numa noite de verão em Atlanta, Paul Tergat tornou-se campeão Olímpico ganhando a medalha de prata na corrida de 10.000 metros. Ele ganhou a segunda medalha de prata na Olimpíada em Sidney, 4 anos depois.
Photo credit: The Paul Tergat Foundation

12. Sob o Portão de Brandenburgo em Berlim, 2003, ele tornou-se o homem mais rápido do mundo a correr uma maratona.
Photo credit: The Paul Tergat Foundation

13. A vida de Paul fechou o círculo completo quando ele tornou-se um Embaixador Contra a Fome pelo World Food Programme. A mesma organização que forneceu suas refeições na infância.
Photo credit: The World Food Programme


14. Em adição a suas atividades com as Nações Unidas, ele criou uma fundação que trabalha para estimular os talentos dos quenianos na área rural.
Photo credit: The World Food Programme


15. Em outubro, Paul esteve em Washington, D.C., compartilhando sua história no Senado, explicando que a assistência funciona – e que o ajudou a alcançar todo seu potencial.
Photo credit: The Paul Tergat Foundation

Ajuda funciona. Passe adiante. Junte-se a ONE agora e nos ajude a proteger a Assistência Externa dos Estados Unidos.


Agradecimento especial ao World Food Program USA por compartilhar a história de Paul conosco!

Por: Erin Krall
Versão em Português: Li Lima

quinta-feira, 11 de julho de 2013

ENERGIZAR a luta contra a pobreza extrema


Atue Agora.

Adicione seu nome

Um projeto de lei foi introduzido na Câmara pelo Presidente de Relações Exteriores Ed Royce (R-CA) e o congressista democrata sênior Eliot Engel (D-NY) que levará eletricidade a 50 milhões de africanos pela primeira vez.
Por que este é um negócio tão grande? Porque na África Subsaariana 7 em cada 10 pessoas não têm acesso à eletricidade. Mães dão à luz no escuro. Famílias não podem refrigerar seus alimentos. Crianças são forçadas a fazer sua lição de casa à noite com apenas uma vela ou lanterna.
Adicione seu nome e deixe os congressistas saberem que é hora de iluminar a África hoje.

A Petição:

Caros congressistas,
Por favor, ajudem a iluminar a África, apoiando o projeto de lei que irá fornecer para 50 milhões de pessoas acesso à energia elétrica pela primeira vez. Esse projeto vai transformar a vida das pessoas – e nos manter no caminho certo para acabar com a pobreza extrema até 2030.

Via:ONE
Versão em Português: Mônica Brito

segunda-feira, 17 de junho de 2013

Dados do Relatório 2013: FINANCIANDO A LUTA PARA A TRANSFORMAÇÃO DA ÁFRICA

O prazo dos Objetivos de Desenvolvimento do Milênio (ODM) está agora a menos de 1000 dias de distância. O mundo enfrentou oficialmente a etapa final da sua jornada de 15 anos para reduzir a pobreza extrema pela metade e a mortalidade infantil em dois terços, reverter a maré contra o HIV/AIDS e a malária e garantir que mais pessoas tenham acesso a serviços básicos, como educação primária e água potável.

Apesar de desafiar a conjuntura econômica global, muitos países pobres e de renda média estão fazendo um progresso admirável para os altamente ambiciosos objetivos de desenvolvimento do milênio. Por outro lado, o desempenho de um grande número de países atrasados está retendo a taxa de progresso de algumas regiões, particularmente, na África Subsaariana. Para garantir que o mundo corra para a linha de chegada em 2015, os relatórios ONE DATA 2013 examinam o recente progresso em cada país de encontro com oito metas, concentrando especial atenção à África Subsaariana e compara o progresso de encontro ao governo africano e aos gastos dos doadores em três setores chaves de redução da pobreza: Saúde, Educação e Agricultura.

Enquanto o mundo começa a voltar sua atenção para o período pós-2015 é crucial que criemos uma dinâmica para atingir os ODM atuais nos últimos dois anos e meio. Isso requer um esforço concentrado dos governos africanos, governos doadores e parceiros internacionais para sustentar o financiamento e assegurar a utilização transparente e responsável de todos os recursos para o desenvolvimento.

Infográfico (em inglês):

Versão em Português: Mônica Brito

quarta-feira, 5 de junho de 2013

Membros da ONE ajudam a proteger a promessa de £1,35 bilhão da UE para ajudar a recuperar Mali

Hawa Toure, à esquerda, senta-se com outros membros de sua 
família, que estão refugiados na casa de seus parentes 
em Bamako, Mali. Foto de Helen Blakeskey/CRS
Ao longo dos últimos 10 dias, mais de 22.000 membros da ONE chamaram líderes mundiais a assumirem compromissos corajosos para o futuro de Mali, compromissos que vão ao encontro das necessidades urgentes das comunidades e ajudam maleses em seus esforços para construir um futuro melhor.

Suas vozes foram ouvidas.

Em 16 de maio, os líderes se reuniram em Bruxelas e prometeram o seu apoio. Doações da comunidade internacional superaram muito as expectativas. A promessa da União Europeia de £1.35 bilhão dará uma importante contribuição para a recuperação de Mali.

No entanto, o panorama é que os orçamentos de ajuda estão diminuindo em grande parte da Europa, a própria UE está procurando congelar os gastos em ajuda ao longo dos próximos sete anos.

A chave para uma segurança duradoura é o desenvolvimento. Temos que continuar a lutar: os países europeus precisam reverter cortes na ajuda, priorizar os mais pobres do mundo, como os de Mali, e garantir que a ajuda seja destinada aos programas que têm o maior impacto sobre o desenvolvimento, ou seja, saúde, agricultura e educação.

Agradecemos por acrescentar sua voz.

Por Erin Finucane
Versão em Português: Mônica Brito

segunda-feira, 20 de maio de 2013

O Reino Unido será o primeiro país do G8 a atingir a meta de ajuda

Este post foi publicado inicialmente no NewStatesman.com


Martin Luther King pode ter tido razão ao dizer que o arco moral das curvas do universo vão em direção à justiça, mas também sabia que tal curva virtuosa em longo prazo não seria alcançada sem várias marteladas diárias, levantando e empurrando.

Hoje, depois de o chanceler confirmar que a Grã Bretanha vai se tornar o primeiro país do G8 a alcançar a meta 43 anos de 0,7% para a ajuda internacional como proporção da renda nacional, parece um daqueles momentos de dar um passo atrás das marteladas e ver a forma do arco. 

Confesso: Eu não entrei em uma campanha global para atingir a meta de 0,7%. Mas logo percebi que era um passo necessário ao longo da estrada em direção a um objetivo pelo qual realmente vale a pena lutar: o fim da pobreza extrema. E eu também confesso que levou mais tempo que eu pensava que levaria.

Desde as primeiras tentativas de promessas para “começar a reverter o declínio”, no orçamento de ajuda feito pelo New Labour em 1997, com a forte liderança de Blair e Brown em 2005 para conseguir outros países atrás de metas ousadas de ajuda e um pacote de outras medidas, e o notável compromisso de David Cameron, George Osborne e Nick Clegg, desde 2010, que levou esta questão fora da política partidária... tem sido uma longa estrada. Mas, hoje, podemos olhar para trás e ver a que distância nós viajamos.

Os argumentos permanecem, é claro. Há aqueles que dizem que 0,7% são desnecessários arbitrários e inviáveis. Mas, como a ONE estimou ano passado, alcançando os 0,7%, os contribuintes britânicos vão colocar 15,9 milhões de crianças na escola, vacinar 80 milhões de crianças contra doenças potencialmente fatais, fornecer água potável para 17 milhões de pessoas e ajudar 77 milhões na obtenção de serviços financeiros básicos como contas em banco e crédito, permitindo-os trabalharem à sua maneira para saírem da pobreza para sempre.

E é 0,7% uma meta arbitrária? Apenas no sentido em que 64,4 Km/h é um limite arbitrário em autoestrada. Podemos discutir sobre os detalhes, mas o ponto é razoável.

Quanto à acessibilidade: são 7 centavos a cada dez libras de renda nacional. Como proporção dos gastos do governo, isso é minimizado por quase todo o resto. Uma pessoa ganhando £30.000 por ano contribui com cerca de £67 para o auxílio por ano e cerca de £6.595 para todo o resto. Mesmo em tempos difíceis é esta pequena mudança que faz uma diferença muito grande – e quando dito os fatos sobre a dimensão do orçamento de ajuda, seis a cada dez pessoas dizem que é razoável ou não suficiente.

Olhando para o futuro, há desafios. Como o orçamento da ajuda está atrelado ao tamanho da renda nacional, cada vez que a riqueza da nação é revista em baixa, a ajuda diminui também. No anúncio de hoje, £130 milhões foram cortados da proposta de aumento da ajuda. O Departamento para o Desenvolvimento Internacional pode, provavelmente, apenas absorver um golpe como esse, mas é um lembrete de que, enquanto a economia britânica continua a sofrer, as pessoas mais pobres do mundo partilham o fardo. E para garantir agora a real segurança sobre os futuros compromissos de ajuda, a coisa certa a fazer será consagrar a meta de 0,7% em lei, como todos os três principais partidos se comprometeram a fazer neste Parlamento. O próximo Discurso da Rainha seria o momento certo para o Governo de Coalizão fazer valer essa promessa.

Finalmente, o Reino Unido deve usar esta autoridade moral e força política para tudo valer a pena quando sediar o G8 em junho. O Primeiro Ministro tem uma grande visão de o que ele pode conseguir com a sua presidência no G8. Com o impulso político necessário, ele pode ajudar a desencadear uma revolução na transparência, para que os cidadãos comuns tenham a informação que precisam para que seus governos e os outros prestem contas, transformando recursos em resultados na luta contra a pobreza extrema. E com outros líderes, ele pode assumir compromissos importantes na agricultura e nutrição, colocando o peso político e o apoio financeiro por trás de planos nacionais das lideranças dos países africanos.

Com estas duas etapas em 2013 a visão do fim da pobreza extrema será mais possível que nunca. E hoje será lembrado como um marco memorável nessa jornada histórica.

Por Adrian Lovett
Versão em Português: Mônica Brito

sexta-feira, 17 de maio de 2013

Bono, Angela Merkel, e milhares de jovens membros lançam a campanha para o eleitorado alemão.

A chanceler alemã Angela Merkel conversou com Bono e os nossos jovens embaixadores.

A poucos meses de uma nova eleição na Alemanha onde os eleitores irão escolher um novo parlamento, que irá eleger um novo governo, a ONE da Alemanha lançou uma nova campanha para lembrar os eleitores alemães e os  candidatos dos partidos, dos muitos desafios e das grandes oportunidades para a luta contra a pobreza extrema neste ano decisivo.

O co-fundador da ONE, Bono juntou-se com alguns dos ativistas alemães, acadêmicos e apresentadores, bem como 50 jovens embaixadores da ONE na Alemanha, para o lançamento da campanha, Ich schaue him! A frase tem vários significados, incluindo: "Eu não vou fechar os olhos. Eu vejo os desafios, eu não vou desviar o olhar" e "Eu estou procurando, os meus olhos estão abertos. Eu vejo o progresso que já foi feito na África e reconheço a oportunidade de acabar com a pobreza extrema no momento."
O painel de debate com Bono, o ativista e cantor Herbert Grönemeyer, a atriz e  apoiadora da ONE Anna Loos, o especialista em desenvolvimento Prof. Von Braun, a diretora da ONE África Dra. Sipho Moyo e o diretor da ONE Alemanha Tobias Kahler , foi organizado pelo editor e ativista da África Beate Wedekind.

Após o lançamento da campanha, Bono, a diretora da ONE África Dra. Sipho Moyo e os Jovens Embaixadores se reuniram com a chanceler Angela Merkel para discutirem sobre a importância do papel que a Alemanha tem desempenhado para ajudar a reduzir a pobreza extrema no mundo em desenvolvimento. Eles discutiram as necessidades de continuarem na liderança, mesmo com o momento atual de uma economia difícil, e sobre a importância de fazer mais para combater a corrupção e aumentar a transparência.

Depois da reunião, Bono disse: "Ela deve ser a mulher mais ocupada do mundo, então tirar um tempo para conhecer os Jovens Embaixadores, falar sobre o progresso realizado na luta contra a pobreza extrema, foi admirável.

A chanceler exaltou diversas vezes a noção alemã que uma promessa feita é uma promessa cumprida. Mais tarde, ela deixou bem claro que o esforço da ajuda da Alemanha deve novamente progredir. Ela também prometeu trabalhar para melhorar a transparência, para que as pessoas em toda a África possam saber o que os seus líderes estão fazendo com o dinheiro e responsabilizá-los.

Também manifestou interesse em ajudar e tornar mais ampla as informações para que os contribuintes alemães possam entender melhor em que a sua ajuda está sendo aplicada.”

A campanha precisa do seu apoio com uma assinatura em nossa petição e com o envio de uma foto de seus olhos para a nossa galeria, para que o governo alemão possa lembrar que estamos observando suas ações e promessas sobre o combate à pobreza mundial, no período em que irá acontecer a eleição, em setembro. ONE Membros, assinem e enviem suas fotos agora!

Por: Alicia Blázquez
Versão em Português: Fernanda Alves

quinta-feira, 22 de novembro de 2012

A luta para salvar a Assistência ao Desenvolvimento da UE

Ao longo das últimas semanas, quando entramos na reta final da luta para salvar a Assistência ao Desenvolvimento da União Europeia, nossos membros de Bruxelas reforçaram nossa mobilização pública, em campanha para garantir que o financiamento de programas de Desenvolvimento sejam protegidos no próximo orçamento da UE .

Uma nova pesquisa com argumentos econômicos para investimentos da UE em Desenvolvimento, foi  apresentada aos embaixadores, conselheiros e funcionários de todas as representações permanentes aqui em Bruxelas; promovemos encontros de nossos membros, treinamentos de lobby, eventos “Escreve Cartas” por toda a cidade; enviamos centenas de cartas escritas à mão e milhares de e-mails ao presidente do Conselho Europeu Herman Van Rompuy, e até mesmo haikus! - (poemas curtos de estilo japonês).

E nesta noite, entregamos em mãos nossa petição Lifesaver para todos os 27 estados membros da UE, garantindo que a mensagem de 160.000 membros da ONE seja levada diretamente aos líderes europeus.

Nas horas finais que antecedem a Cúpula dos Líderes, temos mais alguns truques na manga para manter o desenvolvimento em foco. Caso ainda não tenha assinado, por favor, adicione  sua voz a nossa petição.

Por Erin Finucane
Versão em Português: Li Lima

quarta-feira, 24 de outubro de 2012

As vozes que eu quero ouvir

Eu comecei este ano viajando pela África com Bono visitando lugares não visitados há uma década. Um deles era no norte de Gana. Gana é muitas vezes visto como uma história de desenvolvimento de sucesso. Ele tem uma democracia estável, rápido crescimento da economia e já atingiu o Objetivo de Desenvolvimento do Milênio de reduzir pela metade a pobreza extrema. Há rumores sobre o local – eles estão na estrada de saída da ajuda. Mas este sucesso não chegou a todos e o norte de Gana, em particular, se sente deixado de fora do progresso em todo o país, tal como aconteceu há uma década.

Nesta visita ao norte fizemos uma parceria com Jeffrey Sachs e visitamos o Distrito Kpasenkpe, onde conhecemos Fatahiya Yakubu, uma enfermeira de 24 anos, trabalhando duro para ajudar a comunidade. Ela é uma de apenas duas enfermeiras que servem 30.000 pessoas em seu consultório. Ela claramente poderia fazer com alguma ajuda, como poderia a toda comunidade.

É por isso que eu estou animado, pois o Departamento do Reino Unido para o Desenvolvimento Internacional já começou a trabalhar, a partir desta semana, em Kpasenkpe, através do método Aldeias do Milênio e com a Autoridade Regional de Desenvolvimento Acelerado Savvanah. O projeto  Aldeias do Milênio é uma experiência importante. Acompanhar uma aldeia e distrito em um período e trabalhar em todos os setores – investir na educação, agricultura, saúde, governança – ao mesmo tempo.

A abordagem não tem sido imune às críticas e muitas lições têm sido aprendidas ao longo do curso dos projetos Vilas do Milênio em outras partes da África.

Com base neste trabalho, é também crucial que este último programa para Kpasenkpe seja, de forma independente, rigorosamente fiscalizado através de controle aleatório, de dados disponíveis publicamente e os resultados publicados para que os contribuintes britânicos possam ver como seu dinheiro está sendo investido e quais resultados estão sendo ou não alcançados.

Ajuda por si só não é a resposta para o desenvolvimento – as políticas que promovem a transparência, a boa governança, o comércio, o investimento e o crescimento inclusivo são igualmente importantes – às vezes até mais. Mas a ajuda inteligente, estrategicamente utilizada, pode salvar vidas em curto prazo e ajudar a catalisar as comunidades e economias nacionais para prosperar em médio e longo prazo.

O tipo de monitoramento independente deste projeto Aldeias do Milênio será examinado para que se torne uma prática mais generalizada frente ao setor de desenvolvimento. No geral, a comunidade de desenvolvimento precisa se tornar mais parecida com o setor empresarial na forma de experimentar, enfrentar tanto o sucesso e o fracasso bravamente, correr riscos, ser empreendedora, aprender lições e se adaptar. Ajuda inteligente, do tipo que nós defendemos para a ONE, é um investimento que mede resultados, que se mantém responsável pela entrega, que oferece a melhor avaliação independente do que funcione e, mais importante, honra as lutas reais destes cidadãos, por se abrirem a respeito do que não funciona.

Como parte de nosso próprio compromisso, nós iremos acompanhar o andamento de Kpasenkpe e Fatahiye e outras comunidades e indivíduos em todo o continente. Queremos saber o que as heroínas como Fatahiya fazem a seguir e como elas irão aproveitar e obter as oportunidades que devem surgir como resultado, principalmente, de seus próprios esforços – apoiados por britânicos, de outros programas de ajuda às nações e outras políticas que abrangem assuntos como comércio e transparência. E queremos ouvir as suas preocupações e críticas ao projeto também. Nós publicaremos suas histórias neste blog.

Queremos dar a essas vozes vitais uma plataforma para que possamos levar suas opiniões diretamente aos líderes, como a reunião do G8, ou as Cimeiras Anuais da União Africana, e dar às pessoas mais pobres a oportunidade de dizerem aos líderes o que deveriam estar fazendo para ajudar a acabar com a pobreza extrema e a fome.

Estas são as vozes que eu quero ouvir. Espero que você também. Portanto, fique atento ao blog ONE para mais.

Por Jamie Drummond
Versão em Português: Mônica Brito

quarta-feira, 5 de setembro de 2012

Ajude a proteger a Assistência Internacional da UE para os mais pobres

No dia 30 de Agosto, Ministros e Secretários de Estado responsáveis pelos Assuntos Europeus reuniram-se em Chipre para discutir um dos processos mais importantes para o desenvolvimento atualmente na União Europeia: o orçamento para o período 2014-2020.

Graças ao apoio e campanha dos membros da ONE no ano passado, 51 Bilhões de euros foram propostos para a Assistência ao Desenvolvimento para as nações mais pobres do mundo. Mas esta proposta está agora sob ameaça, alguns governos querem cortar o orçamento geral da UE, nós precisamos garantir que a Assistência aos países em desenvolvimento não seja vítima dessas medidas de austeridade.

Para enviar uma mensagem clara para os líderes da UE para proteger a Assistência ao Desenvolvimento, a ONE lança a campanha Lifesaver. A campanha vai comemorar o fato de que todos na Europa salvam e podem continuar a ser salva-vidas, através do orçamento da ajuda da UE. Lifesaver apela aos líderes europeus e Ministros a declararem publicamente seu compromisso de priorizar a Assistência ao Desenvolvimento no próximo orçamento da UE para garantir que ainda mais vidas sejam salvas.

Graças à ajuda da UE, entre 2004 e 2009, 9 milhões de crianças puderam frequentar o ensino primário, mais de 5 milhões foram  vacinadas contra o sarampo, e mais de 31 milhões de pessoas passaram a ter acesso à água potável. Um orçamento de ajuda ambicioso da UE irá levar a resultados ainda mais expressivos.

A reunião é uma das últimas oportunidades para que os ministros compilem suas prioridades num documento que irá guiar todo o processo - um momento da verdade quando eles podem mostrar seu compromisso com a proteção às despesas com Assistência ao Desenvolvimento. Ajuda da UE fez uma diferença enorme, e precisamos garantir que continuem a desenvolver esse trabalho na luta contra a pobreza extrema.

 
Assine a petição:

No ano passado, nossos membros lutaram para incluir uma proposta de aumento no orçamento de Ajuda Internacional da UE . Mas esta proposta para salvar vidas está sob ameaça agora.

Por Johanna Stratmann
Versão em Português: Li Lima

segunda-feira, 13 de agosto de 2012

ATUALIZAÇÃO: Bono fala aos líderes globais sobre fome, agricultura e transparência no simpósio pré-G8

ATUALIZAÇÃO: Quem perdeu as observações de Bono,  pode conferir o vídeo completo aqui (em inglês):


Em meio a uma enxurrada de funcionários públicos, líderes de negócios e de ONGs e chefes de Estado Africanos, no “Simpósio Sobre Agricultura Global e Segurança Alimentar” do Conselho de Chicago Sobre Assuntos Globais, a ONE tinha o seu próprio representante: o nosso cofundador Bono.

Bono proferiu um discurso que cobriu tudo, desde a agricultura mundial à ajuda externa para a transparência no setor de mineração. No contexto dos acontecimentos do dia, seus comentários eram uma chamada à ação para todos na sala, nos incentivando a trabalhar juntos para ajudar a tirar 50 milhões de pessoas da pobreza.

“A conversa mudou”, disse ele. “A ajuda é mais inteligente. Está finalmente claro para muitos de nós que o continente que contém a maior parte da pobreza também contém a maior parte da riqueza... Imagine um subsolo rico em ouro, cobre, petróleo... terra fértil não cultivada. Sem mencionar os recursos humanos.”

Bono elogiou a nova aliança do presidente Barack Obama para promover o crescimento agrícola na África, que foi anunciada na mesma data. “Se as palavras de seu discurso forem transformadas numa ação corajosa em parceria com o mundo em desenvolvimento e o setor privado; então, hoje foi um verdadeiro marco”, disse ele.

Ele não se esquivou de reconhecer as duras realidades econômicas que muitos governos enfrentam hoje, elevando-se em 0,7% o objetivo da ODA (Assistência ao Desenvolvimento Oficial) na UE, que está atualmente sob ameaça. Ele também disse que o desenvolvimento internacional, como a música, pode estar sujeito aos caprichos da moda. “A fome era sem graça, não sensual, em algumas estações”, disse. “Mas não é sem graça se você vive no Sahel agora.”

Foi um discurso em geral inspirador, mas acho que ele se resumiu melhor com essa citação: “O Momento pelo qual estamos todos trabalhando, é fazer da Assistência, história.” Não poderíamos concordar mais.

Por Malaka Gharib
Versão em Português: Mônica Brito

quarta-feira, 8 de agosto de 2012

ONE Canadá – Encontro em Ottawa

Quando Ben Leo, Diretor de Política Global e Sara Messer, Gerente de Políticas da ONE em Washington DC viajaram para Ottawa, parecia uma grande chance de ter um encontro com alguns de nossos membros da ONE na área de Ottawa. O evento atraiu cerca de 25 membros locais, muitos dos quais também eram membros de nossa organização parceira Engenheiros Sem Fronteiras Canadá (link em inglês Engineers Without Borders Canada). Ben Leo falou sobre as campanhas emocionantes que a ONE está veiculando atualmente - O Início do Fim da AIDS e THRIVE (Prospere), incluindo a petição on-line para os membros do G8 para manter os mais pobres e vulneráveis do mundo como prioridade na agenda da Cúpula do G8.

Da esquerda para a direita: Mark Entwhistle, Sara Messer, Peter Braid, Sarah Stone e Ben Leo
Ficamos muito satisfeitos por ter Peter Braid (Membro do Parlamento por Kitchener-Waterloo) participando e compartilhando conosco o papel do Canadá em programas de desenvolvimento em todo o mundo, bem como para  reiterar o  compromisso  com as questões que nos preocupamos na ONE, como a fome mundial e saúde materna e infantil. Sr.Braid também nos contou sobre suas próprias viagens à África e como ele viu em primeira mão que a ajuda canadense funciona. Afirmou o trabalho que a ONE está fazendo e nos encorajou a continuar a defender a causa pelos mais pobres e vulneráveis do mundo.  
Foi uma grande noite de conexão com alguns dos nossos fantásticos membros da ONE no Canadá. Visite a ONE Canada Facebook page  e "curta" e siga-nos no twitter  @ONE_in_Canada  para as mais recentes notícias!

Por Blogger convidada Sarah Stone
Versão em Português: Aline Dias

terça-feira, 15 de maio de 2012

Levando para as ruas

Um dos maiores desafios criativos que enfrentamos é encontrar maneiras de expressar adequadamente o espírito e a força incrível dos nossos membros – e mais do que isto, maximizar o impacto de suas vozes no intuito de forçar as mudanças positivas que buscamos. Combine este cenário com mensagens concentradas na Cúpula do G8 e você vai entender por que tivemos de encontrar algo extraordinário para fazer na próxima semana ...AHA! Vamos Twittar a Rua...


Trabalhamos arduamente com alguns experts em tecnologia para criar o ONE Street Tweeter - um robô inteligente que pode imprimir twitts (40 caracteres ou menos) sobre as ruas. Sim - queremos levar suas mensagens para a estrada! Melhor ainda, se imprimirmos sua mensagem, enviaremos a foto para você compartilhar com seus amigos.


Então, o que você está esperando? Vocês são mais criativos do que qualquer um desses tipos do “Mad Men” (série de TV). Basta twittar sua mensagem (não mais que 40 caracteres, incluindo espaços) para incentivar, encorajar e apressar o G8 a agir agora no combate a fome e a pobreza.

Twitte  sua mensagem para  @ONEStreetTweet  ou se preferir, digite sua mensagem aqui: http://one.org/international/blog/taking-it-to-the-street/

Por Roxane Philson
Versão em Português: Li Lima