terça-feira, 29 de janeiro de 2013

Manifesto (RED)

Cada geração é conhecida por alguma coisa.
Vamos ser a que alcançou uma Geração Livre da AIDS?
Nós temos um enorme poder. O que nós escolhemos fazer ou até mesmo comprar, pode afetar a vida de alguém do outro lado do mundo.

Em 2010, por dia nasceram 1.000 bebês com HIV.
Em 2011, esse número caiu para 900.
Até 2015, o número pode ser próximo de zero. Podemos evitar a transmissão do HIV de mães para seus bebês.

Na luta para eliminar a AIDS, 2015 poderia ser o começo do fim - é o ano em que podemos alcançar uma Geração Livre da AIDS.

A (RED) não pode fazer isso sozinha, será preciso todos nós para chegar lá - governos, organizações de saúde, empresas e Você.
Quando você compra um produto (RED), o parceiro (RED) destina parte de seus lucros para combater a AIDS.

Simples assim.

Seja (RED). O fim da AIDS começa agora.

Quem você gostaria que fosse parceiro da (RED) este ano?
Vamos sugerir empresas brasileiras? Na página da (RED) no Facebook você pode palpitar :  https://www.facebook.com/joinred

Versão em Português: Li Lima

terça-feira, 18 de dezembro de 2012

Finalista do Prêmio ONE África 2012: Eliminando as barreiras da educação para as meninas

Um dos finalistas ao Prêmio ONE África 2012 é uma inspiradora organização de Uganda chamada  SOVHEN -Apoio a  Órfãos e Vulneráveis para melhor saúde, educação e nutrição –em tradução livre.

Sendo um órfão criado por seus avós na área rural de Uganda, Richard Bbaale viu a filha deles como uma irmã mais velha enquanto crescia. Quando ela estava na adolescência, ele percebeu que pelo menos uma vez ao mês ela não ia à escola, às vezes faltava por uma semana. Mais tarde ele ainda notou que sua irmã costumava utilizar barro e folhas para controlar o sangramento, uma vez que seus avós não podiam pagar pelos caros absorventes que a teriam ajudado a frequentar as aulas, impediria infecções e evitaria constrangimentos. Anos depois, o sentimento de impotência e culpa por sua irmã ter perdido a chance de estudar assombrava Richard.

No início de 2000 na Universidade Martyrs em Nkozi, Richard é um estudante e inicia um clube com seus amigos que se concentra no apoio a órfãos e outros grupos vulneráveis ​​nas comunidades rurais com tutoria, encorajamento, atividades extracurriculares e muito mais. Os universitários se revezam para fazer voluntariado e ir às comunidades nos quatro distritos em que se concentram. Algumas vezes eles arrecadam dinheiro para comprar alimentos, material escolar e promovem partidas de futebol para que as crianças tenham uma distração. Os voluntários cada vez mais percebem que as meninas quando chegam a adolescência, passam a faltar na escola cada vez mais, até pararem de frequentar as aulas definitivamente. Enquanto Richard avança em seus estudos de ciência e engenharia, o pensamento em sua irmã ainda o incomodava. Um dia ao visitar uma aldeia,  ele percebeu os caules descartados do tronco de bananeiras após suas bananas serem colhidas. Esses caules enchiam as estradas e caminhos destas áreas rurais. Certamente deveria haver um uso para eles.

E com esse pensamento, Richard e seu grupo de amigos, que formalmente fora registrado como SOVHEN, concentraram-se em encontrar uma solução para estas garotas. Eles logo focaram no desenvolvimento de um absorvente higiênico que fosse acessível e criado a partir de materiais sustentáveis ​​e biodegradáveis. O caule da bananeira descartado, quando pressionado e processado, forneceu uma fibra absorvente que,  protegida em papel especial e com formato anatômico, poderia ser a solução para ajudar a manter as meninas nas escolas. Enquanto eles refinavam a ideia e testavam protótipos, a SOVHEN começou a propor parcerias que poderiam apoiar a implementação. Atualmente, após quatro anos de fabricação dos absorventes em instalações rurais da SOVHEN, a organização desenvolveu uma rede de distribuição que emprega equipes de mulheres para vender os absorventes, que são facilmente distribuídos nos quatro distritos rurais de Uganda onde a SOVHEN opera, através de uma rede estreita de trabalhadoras que ganham dinheiro com as vendas. SOVHEN também criou empregos nesses distritos rurais, localizando o processamento e manufatura do caule da bananeira em instalações próximas, para que mulheres e homens locais recebam salários por seu trabalho. Os indivíduos que fabricam, distribuem e vendem os Bana-pads passam por treinamento intensivo de desenvolvimento de negócios. Os Bana-pads não são a única fonte de renda para essas pessoas, mas participando com a SOVHEN, elas adquirem habilidades importantes que podem levar para seus próprios empreendimentos.
                                                              Mais imagens no Flickr.

Além do trabalho em torno do desenvolvimento e fabricação do absorvente, SOVHEN ainda está ativa em suas comunidades, oferecendo serviços adicionais aos órfãos e vulneráveis. Com sua presença nas escolas dessas comunidades, a SOVHEN aumenta a consciência dos desafios específicos que as meninas enfrentam no seu desenvolvimento educacional. SOVHEN, trabalhando com outros grupos da comunidade, tem sido responsável por mudar as atitudes que cercam as meninas quando entram na adolescência, a reduzir o estigma do ciclo menstrual. SOVHEN também trabalha lado a lado com o governo de Uganda para garantir que suas políticas nacionais de igualdade de gênero e de combate ao desemprego de jovens sejam totalmente implementadas. De fato, representantes do Ministério de Gênero, Trabalho e Desenvolvimento Social só tinham elogios para os esforços da SOVHEN em manter as meninas na escola e ao mesmo tempo a criação de emprego com soluções inovadoras e sustentáveis.

A SOVHEN impacta diretamente nos seguintes Objetivos de Desenvolvimento do Milênio: cria emprego e renda (1-Erradicar a fome e pobreza extrema), mantém as meninas na escola (2-Universalizar o acesso a educação básica)  e promover a igualdade de gênero e valorização da mulher (3). Estamos orgulhosos de reconhecer SOVHEN por seu trabalho e espero que você goste de conhecer sua história!

Por: Nealon DeVore
Versão em Português: Li Lima

sexta-feira, 7 de dezembro de 2012

ONE na estrada com Stardfield no Canadá

Mês passado, a One foi para a estrada com a banda contemporânea Cristã canadense e membro da One de longa data Starfield em sua turnê “We Are The Kingdom”. Os Voluntários da One fizeram centenas de novos membros e expressaram palavras sobre doenças evitáveis, nutrição infantil global e aumentaram a conscientização sobre o maravilhoso vegetal – A batata doce!
Starfield em Ottawa
Cada membro da banda usava com orgulho suas pulseiras brancas da ONE a cada noite e incentivavam o público a tornarem-se membros. Nós também tivemos a equipe do Starfield conversando com as pessoas sobre a ONE! A mensagem da One foi reforçada cada noite com histórias e vídeos da banda em sua recente viagem para o Kenya com o World Vision onde eles encontraram a extraordinária Anastásia, que é responsável por cuidar de seus nove netos órfãos.  Esse vídeo preocupante foi um lembrete tangível da vida e risco real que o povo da África enfrenta. A banda é apaixonada pela luta contra a pobreza extrema e regularmente incorpora a consciência e a defesa em seus shows.
Gerente de turnê do Starfield, Duane Bradley  em Toronto
Tim Neufeld, vocalista do Starfield disse o seguinte sobre a parceria com a ONE:

“Nós AMAMOS trabalhar com a equipe da ONE na turnê “We are the Kingdom”. Seu entusiasmo e habilidade de elevar-se acima da política partidária que parece dominar nossa era é revigorante e inspiradora. Nós desejamos a ONE que Deus abençoe sua luta contínua para acabar com a pobreza extrema e sofrimento ao redor do mundo.”
Sarah Stone da ONE, Jon Neufeld & Tim Neufeld do Starfield e Talia Stone, membro da ONE em Montreal
A resposta e entusiasmo para a ONE foi outro ótimo exemplo de paixão que os Canadenses têm por assuntos globais. Sem falha, em cada parada da turnê as pessoas estavam animadas sobre engajamento e usar suas vozes para fazer a diferença para os mais pobres e vulneráveis do mundo."

Por Sarah Stone
Versão em Português: Deise Oliveira

quinta-feira, 22 de novembro de 2012

A luta para salvar a Assistência ao Desenvolvimento da UE

Ao longo das últimas semanas, quando entramos na reta final da luta para salvar a Assistência ao Desenvolvimento da União Europeia, nossos membros de Bruxelas reforçaram nossa mobilização pública, em campanha para garantir que o financiamento de programas de Desenvolvimento sejam protegidos no próximo orçamento da UE .

Uma nova pesquisa com argumentos econômicos para investimentos da UE em Desenvolvimento, foi  apresentada aos embaixadores, conselheiros e funcionários de todas as representações permanentes aqui em Bruxelas; promovemos encontros de nossos membros, treinamentos de lobby, eventos “Escreve Cartas” por toda a cidade; enviamos centenas de cartas escritas à mão e milhares de e-mails ao presidente do Conselho Europeu Herman Van Rompuy, e até mesmo haikus! - (poemas curtos de estilo japonês).

E nesta noite, entregamos em mãos nossa petição Lifesaver para todos os 27 estados membros da UE, garantindo que a mensagem de 160.000 membros da ONE seja levada diretamente aos líderes europeus.

Nas horas finais que antecedem a Cúpula dos Líderes, temos mais alguns truques na manga para manter o desenvolvimento em foco. Caso ainda não tenha assinado, por favor, adicione  sua voz a nossa petição.

Por Erin Finucane
Versão em Português: Li Lima

segunda-feira, 19 de novembro de 2012

GAVI na linha de frente da prevenção do câncer

Estou ansiosa para participar da Cúpula de Líderes Mundiais Contra o Câncer 2012 a ser realizada em Montreal, Canadá, em 27 de agosto. Esta será uma oportunidade para fazer um balanço de onde o mundo se encontra com relação à prevenção e tratamento do câncer e aprender mais sobre a ação de enfrentar os desafios existentes para eliminar o câncer como doença fatal para as gerações futuras.
Foto: Adolescentes andam da escola para casa em Makeni, Serra Leoa. Todos os anos cerca de 270 mil mulheres morrem de câncer de colo uterino e outras 500.000 recebem um novo diagnóstico; principalmente, em países em desenvolvimento. Seguras e eficazes contra o HPV (papilomavírus humano) vacinas estão disponíveis e podem prevenir 70% dos casos de câncer de colo uterino.
Fonte: Olivier Asselin/GAVI/2009.
Líderes da saúde, governo, setores empresariais e filantrópicos vão se reunir para discutir formas inovadoras de reverter a epidemia global de câncer e estou animada para fazer parte disso.

Desde 2000, a Aliança GAVI tem feito grandes progressos no apoio aos países de baixa renda frente ao combate às causas da morte entre crianças, como a pneumonia e a diarreia, acelerando a implantação de vacinas novas e pouco utilizadas.

Quando se trata da prevenção do câncer eu fico feliz em dizer que a GAVI também está fazendo a diferença nesta frente. Ao acelerar a introdução de vacinas contra a hepatite B, em países em desenvolvimento desde 2000, a GAVI ajudou a prevenir um número estimado de 3,7 milhões de mortes por câncer de fígado (causada por hepatite B).

Veja Também: Os sinceros agradecimentos da CEO da GAVI, Helen Evans.

O sucesso da GAVI na implantação da vacina contra a hepatite B, a primeira vacina contra o câncer, pode agora ser potencialmente reproduzida com vacinas contra o vírus do papiloma humano (HPV), a principal causa do câncer de colo do útero.

As mulheres nos países em desenvolvimento, muitas vezes, têm pouco ou nenhum acesso à triagem ou ao tratamento para o câncer de colo uterino; então, uma vacina que previne o HPV é muito mais importante.

O apoio da GAVI para as vacinas contra o HPV ajudará a proteger dezenas de milhões de meninas contra o câncer de colo uterino, que é a principal causa de morte por câncer entre as mulheres em países pobres. O que é mais perturbador sobre esse tipo de câncer é que ele atinge mulheres em seus quarenta e cinquenta anos, quando a sua contribuição para as famílias e a educação dos filhos é mais importante. E as crianças deixadas para trás não só são roubadas de sua mãe, mas muitas vezes têm uma chance menor de conseguir uma boa educação e receber os cuidados de saúde adequados.

Enquanto a GAVI pode assegurar preços acessíveis de fabricantes, esperamos começar a fornecer as vacinas aos países qualificados da GAVI prontos para implantá-las em nível nacional já em 2013. Países candidatos ao apoio da GAVI para executar um projeto de demonstração mais focada no HPV também precisam mostrar que sua estratégia de implantação da vacinação contra HPV em meninas de 9 a 13 anos é integrada como parte de um programa nacional de prevenção e triagem.

Com o crescente foco na prevenção do câncer de colo uterino, estou muito esperançosa de que a Aliança GAVI contribuirá, evitando milhões de mortes por câncer de colo de útero, através da vacinação e garantindo que todas as mulheres, onde quer que elas nasçam, possam ser protegidas contra esse tipo horrível de câncer.
Leia mais posts da GAVI no Blog ONE  aqui.

Pela Convidada Blogger
Por Helen Evans CEO Adjunta da Aliança GAVI
Versão em Português: Mônica Brito

segunda-feira, 5 de novembro de 2012

Agricultura

O Desafio

A Assistência ao Desenvolvimento para a agricultura tem diminuído ao longo das últimas duas décadas, deixando muitos países pobres mais vulneráveis ​​à fome e à pobreza. Na África Subsaariana especialmente, a agricultura tem sido marcada por baixa produtividade e baixo investimento, o que torna difícil para os africanos alimentar-se e ganhar renda com agricultura. O aumento dos preços dos alimentos em 2008 comprometeu ainda mais pessoas em nações pobres pois os preços dos alimentos importados como arroz, trigo, milho atingiram o pico. Isso, combinado com a crise financeira mundial, resultou em um impacto econômico devastador em famílias pobres, que frequentemente gastam pelo menos metade de sua renda em alimentos. Estima-se que em 2009 o número de pessoas famintas no mundo ultrapassou 1 bilhão. Apesar deste número ter decrescido ligeiramente (925 milhões em 2010), está prestes a subir novamente pois os preços mundiais dos alimentos estão 50% mais altos do que há seis meses, um aumento que pode durar anos segundo previsões de analistas e poderia conduzir milhões a pobreza e fome .

A oportunidade

Investimento em agricultura pode ser transformador, especialmente para os camponeses na África Subsaariana, onde o setor emprega cerca de dois terços da população e é responsável em média por um terço do PIB. As mulheres produzem de 60 a 80% dos alimentos na África subsaariana, e o Banco Mundial estima que o crescimento no setor agrícola é duas vezes mais eficaz na redução da pobreza, que o crescimento em outros setores. Este investimento vai ajudar as pessoas mais pobres do mundo a escapar da pobreza. Além de acelerar o crescimento econômico, o investimento na agricultura também permitirá que os países mais pobres do mundo alimentem melhor seu povo e resistam a choques futuros decorrentes de alterações nos preços globais de alimentos, mudanças de padrões climáticos e crises financeiras.
O acesso a ferramentas, fertilizantes, sementes e informações são urgentemente necessários para ajudar as comunidades a evitarem outra crise de alimentos. Redes de Segurança Social do tipo Programa Frente de Trabalho também são necessários para garantir que as famílias mais vulneráveis não empobreçam ainda mais. A longo prazo, a segurança alimentar e o crescimento e econômico exigirão investimentos significativos em agricultura e desenvolvimento rural. Com infraestrutura, melhorias na tecnologia e treinamento e acesso a serviços financeiros, os agricultores poderão beneficiar-se com aumento das colheitas e conexões mais fortes com os mercados domésticos, regionais e internacionais.

Versão em Português: Li Lima

quarta-feira, 24 de outubro de 2012

As vozes que eu quero ouvir

Eu comecei este ano viajando pela África com Bono visitando lugares não visitados há uma década. Um deles era no norte de Gana. Gana é muitas vezes visto como uma história de desenvolvimento de sucesso. Ele tem uma democracia estável, rápido crescimento da economia e já atingiu o Objetivo de Desenvolvimento do Milênio de reduzir pela metade a pobreza extrema. Há rumores sobre o local – eles estão na estrada de saída da ajuda. Mas este sucesso não chegou a todos e o norte de Gana, em particular, se sente deixado de fora do progresso em todo o país, tal como aconteceu há uma década.

Nesta visita ao norte fizemos uma parceria com Jeffrey Sachs e visitamos o Distrito Kpasenkpe, onde conhecemos Fatahiya Yakubu, uma enfermeira de 24 anos, trabalhando duro para ajudar a comunidade. Ela é uma de apenas duas enfermeiras que servem 30.000 pessoas em seu consultório. Ela claramente poderia fazer com alguma ajuda, como poderia a toda comunidade.

É por isso que eu estou animado, pois o Departamento do Reino Unido para o Desenvolvimento Internacional já começou a trabalhar, a partir desta semana, em Kpasenkpe, através do método Aldeias do Milênio e com a Autoridade Regional de Desenvolvimento Acelerado Savvanah. O projeto  Aldeias do Milênio é uma experiência importante. Acompanhar uma aldeia e distrito em um período e trabalhar em todos os setores – investir na educação, agricultura, saúde, governança – ao mesmo tempo.

A abordagem não tem sido imune às críticas e muitas lições têm sido aprendidas ao longo do curso dos projetos Vilas do Milênio em outras partes da África.

Com base neste trabalho, é também crucial que este último programa para Kpasenkpe seja, de forma independente, rigorosamente fiscalizado através de controle aleatório, de dados disponíveis publicamente e os resultados publicados para que os contribuintes britânicos possam ver como seu dinheiro está sendo investido e quais resultados estão sendo ou não alcançados.

Ajuda por si só não é a resposta para o desenvolvimento – as políticas que promovem a transparência, a boa governança, o comércio, o investimento e o crescimento inclusivo são igualmente importantes – às vezes até mais. Mas a ajuda inteligente, estrategicamente utilizada, pode salvar vidas em curto prazo e ajudar a catalisar as comunidades e economias nacionais para prosperar em médio e longo prazo.

O tipo de monitoramento independente deste projeto Aldeias do Milênio será examinado para que se torne uma prática mais generalizada frente ao setor de desenvolvimento. No geral, a comunidade de desenvolvimento precisa se tornar mais parecida com o setor empresarial na forma de experimentar, enfrentar tanto o sucesso e o fracasso bravamente, correr riscos, ser empreendedora, aprender lições e se adaptar. Ajuda inteligente, do tipo que nós defendemos para a ONE, é um investimento que mede resultados, que se mantém responsável pela entrega, que oferece a melhor avaliação independente do que funcione e, mais importante, honra as lutas reais destes cidadãos, por se abrirem a respeito do que não funciona.

Como parte de nosso próprio compromisso, nós iremos acompanhar o andamento de Kpasenkpe e Fatahiye e outras comunidades e indivíduos em todo o continente. Queremos saber o que as heroínas como Fatahiya fazem a seguir e como elas irão aproveitar e obter as oportunidades que devem surgir como resultado, principalmente, de seus próprios esforços – apoiados por britânicos, de outros programas de ajuda às nações e outras políticas que abrangem assuntos como comércio e transparência. E queremos ouvir as suas preocupações e críticas ao projeto também. Nós publicaremos suas histórias neste blog.

Queremos dar a essas vozes vitais uma plataforma para que possamos levar suas opiniões diretamente aos líderes, como a reunião do G8, ou as Cimeiras Anuais da União Africana, e dar às pessoas mais pobres a oportunidade de dizerem aos líderes o que deveriam estar fazendo para ajudar a acabar com a pobreza extrema e a fome.

Estas são as vozes que eu quero ouvir. Espero que você também. Portanto, fique atento ao blog ONE para mais.

Por Jamie Drummond
Versão em Português: Mônica Brito